há uma que
à
outra no silencio não existe
pela
goteira que interrompe em numeração
os
dilemas em catadupa.
são
mensuráveis mas não nomeáveis,
porque
nem dilema poderá ser a sua designação.
volta
para trás,
volta
a trás,
a
janela está aberta ou hoje as ruas gritam frenéticas?
descomplica
até onde crias que não era complicado.
não
crias porque não vias, não porque não querias.
os
ombros encolhem-na espontaneamente,
numa
tentativa de proteger coisa nenhuma.
quem
pode proteger-se se de nada se defende?
é
um fluir continuo pelo orgânico,
um
seguir por racionalização nenhuma.
suportar
mais palavras hoje era ouvir mais gente
e
assim transbordavam-na no exíguo espaço.
mas
a culpa permanece perante o isolamento,
como
duas são
e uma
olhasse pela outra