Londres
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| O | O | F | C | A |
Greenish, newish roofs of Chelsea
Onde, merencórios, toutinegram rouxinóis
Forlornando baladas para nunca mais!
Ó imortal landscape
| no anticlímax da aurora! ô joy for ever! |
Na minha vida em lágrimas!
| uer ar iú |
Impassévido devorador das esterlúridas?
Darling, darkling I listen...
| "... it is, my soul, it is |
| murmura adormecida |
| sou eu, sou eu, Nabucodonosor! |
| the wa t e r | |
| Am I p | a Spider? |
| i | |
| Am I p | a Mirror? |
| e | |
| Am I s | an X Ray? |
No, I'm the Three Musketeers
| rolled in a Romeo. |
| Vírus |
Com que chegar ao coração da amiga.
| Alas, celua |
The songs of Los; e agora
| meus passos |
| são gatos |
Em lúridas, muito lúridas
Aventuras do amor mediúnico e miaugente...
So I came
| - from the dark bull-like tower |
| fantomática |
Nos bem-bons da morte e ruge menstruosamente sádica
A sua sede de amor; so I came
De Menaipa para Forox, do rio ao mar - e onde
Um dia assassinei um cadáver aceso
Velado pelas seis bocas, pelos doze olhos, pelos centevinte dedos espalmados
Dos primeiros padres do mundo; so I came
For everlong that everlast - e deixa-me cantá-lo
A voz morna da retardosa rosa
Mornful and Beátrix
Obstétrix
Poésia.
Dost thou remember, dark love
Made in London, celua, celua nostra
Mais linda que mare nostrum?
| quando early morn' |
Crepitante ainda nos aromas emolientes de Christ Church meadows
Frio como uma coluna dos cloisters de Magdalen
Queimar-me à luz translúcida de Chelsea?
Fear love...
| ô brisa do Tâmisa, ô ponte de Waterloo, ô |
Symbols of my eagerness!
| - terror no espaço! |
| - silêncio nos graveyards! |
| - fome dos braços teus! |
Só Deus me escuta andar...
| - ando sobre o coração de Deus |
Along the High... "I don't fear anything
But the ghost of Oscar Wilde..." …ô darlingest
I feared... A ESTAÇÃO DE TRENS... I had to post-pone
All my souvenirs! there was always a bowler-hat
Or a POLICEMAN around, a stretched one, a mighty
Goya, looking sort of put upon, cuja passada de cautchu
Era para mim como o bater do coração do silêncio (I used
To eat all the chocolates from the one-penny-machine
Just to look natural; it seemed to me que não era eu
Any more, era Jack the Ripper being hunted) e suddenly
Tudo ficava restful and warm... - o sííííííííí
Lvo da Locomotiva - leitmotiv - locomovendo-se
Through the Ballad of READING Gaol até a vísão de
PADDINGTON (quem foste tu tão grande
Para alevantares aos amanhecentes céus de amor
Os nervos de aço de Vercingetórix?). Eu olharia risonho
A Rosa-dos-Ventos. S. W. Loeste! no dédalo
Se acalentaria uma loenda de amigo: "I wish, I wish
I were asleep". Quoth I: - Ô squire
Please, à Estrada do Rei, na Casa do Pequeno Cisne
Room twenty four! ô squire, quick, before
My heart turns to whatever whatsoever sore!
Há um grande aluamento de microerosíferos
Em mim! ô squire, art thou in love? dost thou
Believe in pregnancy, kindly tell me? ô
Squire, quick, before alva turns to electra
For ever, ever more! give thy horses
Gasoline galore, but to take me to my maid
Minha garota - Lenore!
Quoth the driver: - Right you are, sir.
*
O roofs of Chelsea!
Encantados roofs, multicolores, briques, bridges, brumas
Da aurora em Chelsea! ô melancholy!
"I wish, I wish I were asleep..." but the morning
Rises, o perfume da madrugada em Londres
Makes me fluid... darling, darling, acorda, escuta
Amanheceu, não durmas... o bálsamo do sono
Fechou-te as pálpebras de azul... Victoria & Albert resplende
Para o teu despertar; ô darling, vem amar
À luz de Chelsea! não ouves o rouxinol cantar em Central Park?
Não ouves resvalar no rio, sob os chorões, o leve batel
Que Bilac deitou à correnteza para eu te passear? não sentes
O vento brando e macio nos mahoganies? the leaves of brown
Came thumbling down, remember?
"Escrevi dez canções...
| ... escrevi um soneto... |
| ... escrevi uma elegia..." |
Para a Inglaterra?
| "... escrevi um soneto... |
| ... escrevi uma carta..." |
| ..."que irão pensar |
| "... escrevi uma ode..." |
| Ô PAVEMENTS! |
| Ô roofs of Chelsea! |
Crumpets, a glass of bitter, cap and gown... - don't cry, don't cry!
Nothing is lost, I'll come again, next week, I promise thee...
Be still, don't cry...
| ... don't cry |
| ... don't cry |
| RESOUND |
| - até que a morte nos separe |
| ó brisas do Tâmisa, farfalhai! |
| amanhecei! |
Vinicius de Moraes