domingo, 23 de setembro de 2012


Brindo

Brindo a este amor, un amor tán raro
Brindo a este amor, un amor tán claro
Brindo a este amor, un amor derepente
Brindo a este amor, un amor tán diferente

Como la orsita en el mar
Un elemento nuevo pa jugar

Brindo a este amor que me llena de esperanza
Y brindo a esa luz allá en la distancia
Venga Colibrí despierta a la diosa oh
Que canta-te a mi su canción preciosa

Brindo a todo lo que quiero dar
A todo que está punto a empezar

Brindo a este amor que nunca se demora
Sólo el hospital está abierto a esta hora

No pienso en ti
sólo te siento
pasando por mi
como un dulce viento
já não fico admirada quanto à capacidade de adaptação do ser humano. fico surpreendida sim com a sua capacidade de esquecimento. com a vulnerabilidade da sua memória.

hoje não sei como fazer diferente e para a semana também não vou saber como foi possível não ter sabido fazer diferente.

estranho é habituar-me à constante estranheza.

ou será que esta é uma vez diferente?

quarta-feira, 19 de setembro de 2012





ele pede-lhe que derrube a censura mas não era ele afinal que afirmava dever o ser humano sempre ser, o supremo racional?
e ela que apelava à necessidade de uso da intuição e da volta ao instinto, replica agora (ainda que com o <3 nas mãos) ser dominada pelo seu consciente?

mas de formas diferentes, ele tem fé e ela também. 

creio que não é arriscado dizer que ambos sabem que o universo jogou com ironia. 

afinal quem se sentia pequena era ela. 

e se a creio intencional (a ironia do universo), sei que ela leva-o para a eternidade. ela sabe que ele é muito mais do que as suas palavras o podem descrever.

love supreme,

M*