não está tudo nos conformes, nem pouco mais ou menos. sou um trapézio que balança ao som dos meus paradoxos.
exijo aquilo que nem sei se quero e o que quero nunca chega e aquilo que chega nunca satisfaz.
a busca constante prolonga o tempo, inebria a ansiedade e depois?
conformista, poderá ser a minha sina. contentarei-me então com o que virá.
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e ainda como se de ironia se tratasse me rirei eu?